lambe lambe da exposição dizer não
entrada da exposição vaivém no sesc pinheiros
folder da exposição vaivém no sesc pinheiros
vista da exposição vaivém no sesc pinheiros
exposição vaivém no sesc pinheiros [2013]
cores e elementos para a identidade visual da nutricionista mariana machado
cartaz encartado no livro asfixia de Candice Feio
capa da publicação da exposição levantes, sesc pinheiros [2017 - 2018] + Fernanda Ficher
desenho de cenografia + produtos da flip 2023
desenho de cenografia + produtos da flip 2023
identidade visual ninho de festas
publicação da exposição Um dia depois do outro - Renata Padovan, Caixa Cultural de Brasília [2014]
exposição Paisagem interior, casa zalszupin [foto ruy teixeira]
estudo de proporções para o livro da vânia mignone
capa + contracapa do livro vânia mignone
sala dedicada a jorge zalszupin na casa zalszupin [foto de ruy teixiera]
exposição Sinais / Signals - Mira Schendel, mam - sp [2018]
peça gráfica da exposição Duchamp-me, mam-sp [2008]
exposição Pancetti & Scapinelli, casa zalszupin [2023]
exposição sesc pompeia 30 anos [2013]
vista da entrada da exposição bardi bill, na casa zalszupin, com curadoria de francesco perrotta-bosch [foto de ruy teixeira]
publicação da exposição Livros de artista da Biblioteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo
personagens da identidade visual do restaurante arturito [Beatriz Carvalho]
cartaz para restaurante arturito
exposição Sarau Zalszupin: Utopias Modernistas Brasileiras, casa zalszupin [2023]
convite para a exposição Democracia - Yona Friedman
publicação da exposição Agricultura da imagem - Rodrigo Braga, Sesc Belenzinho [2014]
exposição Arte à primeira vista, Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, BH [2014]
publicação Mario de Andrade e os parques infantis, itaú cultural [2013]
exposição Niemeyer in Italia, etel milão durante a mdw 2025
convite da exposição sophie calle - cuide de você [sesc pompeia + mam da bahia]
entrada da exposição sophie calle - cuide de você no sesc pompeia
site da exposição sophie calle - cuide de você | sesc pompeia + mam da bahia
exposição Além do moderno, casa zalszupin [2024]
página da publicação Caderno Sesc_Videobrasil 09 [2013]
poster da exposição Joseph Beuys: a revolução somos nós, sesc pompeia + mam - ba [2010]
poster da banda musica de montagem
variacão de poster da banda musica de montagem
variacão de poster da banda musica de montagem
identidade visual 1727 coffee roasters
tags para a identidade visual da botânica Joly
estudos para a identidade visual da botânica joly
estudo de logotipo [com variação] para botanica joly
expografia da galeria Etel na mdw 2024
identidade visual do estande da etel na sp arte 2025 [foto potyra tamoios ]
identidade visual do estande da etel na sp arte 2025 [foto potyra tamoios ]
vista da exposição direito à memória, na casa zalszupin, com curadoria de lilia schwarcz [foto ruy teixeira]
páginas do catálogo da exposição direito à memória na casa zalszupin com curadoria de lilia schwarcz
vista da exposição direito à memória, na casa zalszupin, com curadoria de lilia schwarcz [foto ruy teixeira]
capas do jornal 28b da 28ª Bienal de São Paulo [2008]
publicação 41º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão [2010]
capa do catálogo do 19º festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
vista da rua do sesc pompeia com a sinalização da 19ª edição do festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
sinalização da 19ª edição do festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
convite do 17º festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
17º Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil [parceria com Detanico Lain]
um site como uma janela.
sem muitas explicações. Intencionalmente.
uma paisagem visual.
pra olhar de longe ou de perto.
manusear.
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da janela para dentro
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Sou Lia Assumpção, uma das fundadoras do janela estúdio; desenhista industrial, formada pela Faculdade Armando Alvares Penteado [2001] e mestre em design de produto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP [2017].
Os trabalhos aqui apresentados começaram, de fato, por uma janela. Ou duas. Em 2006, eu e Carla Castilho tínhamos cada uma um escritório na mesma casa. A Carla trabalhava no primeiro andar e eu, na edícula. Minha janela ficava de frente pra dela. Eventualmente, assumíamos projetos juntas e as trocas de ideias aconteciam, então, pelas janelas. Passamos a ser janela estúdio em 2010, quando decidimos juntar os horizontes. Foram 16 anos desenvolvendo trabalhos voltados, em sua maioria, para a cultura. Em 2019, a Carla decidiu abrir outra portinha na vida dela, para a psicologia e eu sigo tocando os trabalhos, montando equipes de acordo com o projeto.
Neste site, está uma visão geral desses trabalhos. Não existe uma cronologia e nem um compromisso em mostrar tudo que já foi desenhado por aqui, mas sim, o universo visual que compõe o estúdio. Uma paisagem.
No quadradinho saiba mais, existem links que levam ao site antigo e ao instagram, que tem mais detalhes dos trabalhos desenvolvidos.
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da janela para fora
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Minha trajetória profissional é guiada por um profundo interesse em sistemas — sejam eles de identidade visual ou de produção de objetos. Ou de café. Me interessa pensar em um projeto do começo ao fim; pensar em tudo que se relaciona com o que está sendo pensado/desenhado — pessoas, processos, pontos de contato. Estou sempre querendo saber como é que alguma coisa foi feita. Entendo que um maior conhecimento do contexto em que um projeto está inserido, aumenta a chance de ele ser aplicado integralmente e ter um final mais feliz.
Para minha dissertação de mestrado, pesquisei o conceito de obsolescência programada e descobri que o termo em si, é obsoleto. Aprendi que o começo desse fenômeno relaciona-se com um sistema produtivo — que envolve política, marketing, consumo e desperdício — mas sua versão atual tem ligação direta com a maneira como consumimos. Escrevi uma coluna no ecoa-uol por pouco mais de um ano, explorando assuntos do mestrado e outros, que foram surgindo no caminho, que me aproximaram da ideia de práticas de consumo.
Me apaixonei pelo sistema produtivo do café em 2017, desenvolvendo a identidade visual de uma cafeteria [1727 coffe roasters]. No processo de criação desta marca, me interessei pela produção de café familiar. Fui ajudar a melhorar o pós colheita da fazenda azul e acabei abrindo uma outra janela na minha vida: o café azul.
Passei muito tempo achando que obsolescência programada e café não tinham nada a ver com os trabalhos que desenvolvo no estúdio. De uns tempos pra cá, entendi que eles se unem nesse interesse por sistemas. E o que acaba acontecendo é que os aprendizados, por mais diversos que sejam, acabam transformando-se no repertório que influencia minha maneira de pensar e desenhar. Como se fossem vários mini quadradinhos, várias janelinhas que eu consulto quando surge um novo projeto. E é por isso eles estão aqui, pois são, também, elementos — não visuais — que compõe a paisagem que apresento.
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