lambe lambe da exposição dizer não
publicação da exposição Agricultura da imagem - Rodrigo Braga, Sesc Belenzinho [2014]
exposição Arte à primeira vista, Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, BH [2014]
poster da exposição Joseph Beuys: a revolução somos nós, sesc pompeia + mam - ba [2010]
cores e elementos para a identidade visual da nutricionista mariana machado
publicação da exposição Um dia depois do outro - Renata Padovan, Caixa Cultural de Brasília [2014]
capa da publicação da exposição levantes, sesc pinheiros [2017 - 2018] + Fernanda Ficher
exposição Sinais / Signals - Mira Schendel, mam - sp [2018]
identidade visual do estande da etel na sp arte 2025 [foto potyra tamoios ]
identidade visual do estande da etel na sp arte 2025 [foto potyra tamoios ]
expografia da galeria Etel na mdw 2024
convite para a exposição Democracia - Yona Friedman
peça gráfica da exposição Duchamp-me, mam-sp [2008]
desenho de cenografia + produtos da flip 2023
desenho de cenografia + produtos da flip 2023
exposição Paisagem interior, casa zalszupin [foto ruy teixeira]
cartaz encartado no livro asfixia de Candice Feio
sala dedicada a jorge zalszupin na casa zalszupin [foto de ruy teixiera]
convite da exposição sophie calle - cuide de você [sesc pompeia + mam da bahia]
entrada da exposição sophie calle - cuide de você no sesc pompeia
site da exposição sophie calle - cuide de você | sesc pompeia + mam da bahia
vista da exposição direito à memória, na casa zalszupin, com curadoria de lilia schwarcz [foto ruy teixeira]
páginas do catálogo da exposição direito à memória na casa zalszupin com curadoria de lilia schwarcz
vista da exposição direito à memória, na casa zalszupin, com curadoria de lilia schwarcz [foto ruy teixeira]
personagens da identidade visual do restaurante arturito [Beatriz Carvalho]
cartaz para restaurante arturito
exposição Além do moderno, casa zalszupin [2024]
exposição sesc pompeia 30 anos [2013]
tags para a identidade visual da botânica Joly
estudos para a identidade visual da botânica joly
estudo de logotipo [com variação] para botanica joly
poster da banda musica de montagem
variacão de poster da banda musica de montagem
variacão de poster da banda musica de montagem
exposição Pancetti & Scapinelli, casa zalszupin [2023]
exposição Niemeyer in Italia, etel milão durante a mdw 2025
publicação Mario de Andrade e os parques infantis, itaú cultural [2013]
vista da entrada da exposição bardi bill, na casa zalszupin, com curadoria de francesco perrotta-bosch [foto de ruy teixeira]
publicação da exposição Livros de artista da Biblioteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo
exposição Sarau Zalszupin: Utopias Modernistas Brasileiras, casa zalszupin [2023]
identidade visual 1727 coffee roasters
página da publicação Caderno Sesc_Videobrasil 09 [2013]
identidade visual ninho de festas
estudo de proporções para o livro da vânia mignone
capa + contracapa do livro vânia mignone
capa do catálogo do 19º festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
vista da rua do sesc pompeia com a sinalização da 19ª edição do festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
sinalização da 19ª edição do festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
convite do 17º festival sesc videobrasil [em parceria com detanico lain]
17º Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil [parceria com Detanico Lain]
publicação 41º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão [2010]
entrada da exposição vaivém no sesc pinheiros
folder da exposição vaivém no sesc pinheiros
vista da exposição vaivém no sesc pinheiros
exposição vaivém no sesc pinheiros [2013]
capas do jornal 28b da 28ª Bienal de São Paulo [2008]
um site como uma janela.
sem muitas explicações. Intencionalmente.
uma paisagem visual.
pra olhar de longe ou de perto.
manusear.
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da janela para dentro
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Sou Lia Assumpção, uma das fundadoras do janela estúdio; desenhista industrial, formada pela Faculdade Armando Alvares Penteado [2001] e mestre em design de produto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP [2017].
Os trabalhos aqui apresentados começaram, de fato, por uma janela. Ou duas. Em 2006, eu e Carla Castilho tínhamos cada uma um escritório na mesma casa. A Carla trabalhava no primeiro andar e eu, na edícula. Minha janela ficava de frente pra dela. Eventualmente, assumíamos projetos juntas e as trocas de ideias aconteciam, então, pelas janelas. Passamos a ser janela estúdio em 2010, quando decidimos juntar os horizontes. Foram 16 anos desenvolvendo trabalhos voltados, em sua maioria, para a cultura. Em 2019, a Carla decidiu abrir outra portinha na vida dela, para a psicologia e eu sigo tocando os trabalhos, montando equipes de acordo com o projeto.
Neste site, está uma visão geral desses trabalhos. Não existe uma cronologia e nem um compromisso em mostrar tudo que já foi desenhado por aqui, mas sim, o universo visual que compõe o estúdio. Uma paisagem.
No quadradinho saiba mais, existem links que levam ao site antigo e ao instagram, que tem mais detalhes dos trabalhos desenvolvidos.
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da janela para fora
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Minha trajetória profissional é guiada por um profundo interesse em sistemas — sejam eles de identidade visual ou de produção de objetos. Ou de café. Me interessa pensar em um projeto do começo ao fim; pensar em tudo que se relaciona com o que está sendo pensado/desenhado — pessoas, processos, pontos de contato. Estou sempre querendo saber como é que alguma coisa foi feita. Entendo que um maior conhecimento do contexto em que um projeto está inserido, aumenta a chance de ele ser aplicado integralmente e ter um final mais feliz.
Para minha dissertação de mestrado, pesquisei o conceito de obsolescência programada e descobri que o termo em si, é obsoleto. Aprendi que o começo desse fenômeno relaciona-se com um sistema produtivo — que envolve política, marketing, consumo e desperdício — mas sua versão atual tem ligação direta com a maneira como consumimos. Escrevi uma coluna no ecoa-uol por pouco mais de um ano, explorando assuntos do mestrado e outros, que foram surgindo no caminho, que me aproximaram da ideia de práticas de consumo.
Me apaixonei pelo sistema produtivo do café em 2017, desenvolvendo a identidade visual de uma cafeteria [1727 coffe roasters]. No processo de criação desta marca, me interessei pela produção de café familiar. Fui ajudar a melhorar o pós colheita da fazenda azul e acabei abrindo uma outra janela na minha vida: o café azul.
Passei muito tempo achando que obsolescência programada e café não tinham nada a ver com os trabalhos que desenvolvo no estúdio. De uns tempos pra cá, entendi que eles se unem nesse interesse por sistemas. E o que acaba acontecendo é que os aprendizados, por mais diversos que sejam, acabam transformando-se no repertório que influencia minha maneira de pensar e desenhar. Como se fossem vários mini quadradinhos, várias janelinhas que eu consulto quando surge um novo projeto. E é por isso eles estão aqui, pois são, também, elementos — não visuais — que compõe a paisagem que apresento.
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